sábado, 29 de maio de 2010



salvem os animais

sexta-feira, 28 de maio de 2010



NOME COMUM: zebra de grant
NOME EM INGLÊS: Zebra
NOME CIENTÍFICO: Equus burchelli
FILO: Chordata
CLASSE: Mammalia
ORDEM: Perissodactyla
FAMÍLIA: Equidae
COMPRIMENTO: 2,4 m
ALTURA DO quarto dianteiro: 1,5 m
PESO: 250 a 320 kg
VIDA MÉDIA: 20 a 30 anos

O caçador, de tocaia, prepara-se para alvejar esta caça aparentemente fácil. Mas a zebra já pressentiu o perigo e dispara a galope. O que a salva não é só a velocidade, que às vezes atinge 60 quilômetros por hora, mas também as listras brancas e pretas que tornam difícil distinguir sua silhueta enquanto corre. À noite, sua pele listrada confunde-se com as sombras da vegetação, ajudando-a a escapar dos leões.

A zebra é encontrada na África, do Saara à Rodésia. Pouco exigente em matéria de comida, ela se contenta com o capim ralo que cresce nessas regiões semi-áridas. Vive em grupos de até 20 membros, lado a lado com os gnus, búfalos e avestruzes. Todos esses animais convivem harmoniosamente.

A fêmea dá a luz a um só potrinho, após um período de gestação de um ano aproximadamente. Se capturada cedo, a zebra é fácil de domesticar. Na Inglaterra foi feito acasalamento de zebra com cavalo.

Os animais resultantes têm a dupla vantagem de resistência ao frio e imunidade à doença do sono. Atualmente, restam três espécies de zebra: a zebra-de-grevy, a zebra da montanha e a zebra-de-grant.


CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Osteichthyes
Sub-classe: Actinopterygii
Ordem: Gasterosteiformes
Família: Syngnathidae
Gênero: Hippocampus


INFORMAÇÕES IMPORTANTES:

  • Os cavalos-marinhos vivem nas águas de mares localizados em regiões de climas temperado e tropical

  • O cavalo-marinho é uma espécie de peixe que possui a capacidade de mudar de cor

  • Para movimentar-se pela água usam a vibração das barbatanas dorsais

  • A época de reprodução da fêmea ocorre na estação da primavera. Ela bota diversos ovos que são fertilizados pelo macho que os guarda numa bolsa (base da calda) até o momento do nascimento

  • A alimentação basea-se em: pequenos vermes, moluscos, crustáceos e algumas espécies de planctons

  • O alimento é sugado pelo cavalo-marinho através de seu fucinho tubular

  • Possuem dois olhos e a capacidade de mexer um independente do outro

  • Nadam na posição vertical

  • O corpo é coberto com placas em anel e possuem espinhos na nadadeira dorsal

  • São utilizados em áquarios ornamentais de água salgada, porém necessitam de cuidados especiais para sobreviverem


CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS
:

Comprimento: 15 cm aproximadamente
Cor: amarelo, vermelho, marrom (possui a capacidade de mudar de cor)
Peso: em média de 50 a 100 gramas

Leopardo

Leopardo
Leopardo
Foto original (800x603)
Wallpaper | Postal
LeopardosLeopardoLeopardo
Nome científico: Panthera pardus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. pardus

Distribuição
O leopardo habita fundamentalmente em florestas tropicais e húmidas em África e na Ásia, com especial incidência na Índia. No entanto, também pode ser encontrado em zonas desses continentes com outros tipos de vegetação. A sua grande capacidade de adaptação permite-lhe ainda viver em territórios tão inóspitos como as montanhas do Afeganistão, as terras semi-desérticas do Médio Oriente, ou na savana africana.

Hábitos
Os animais desta espécie têm hábitos de caça predominantemente nocturnos. De dia, gostam de passar longas horas a dormir e a lavar a sua bela pelagem, refastelados nos troncos das árvores, que são especialistas em subir para manter a posse das presas. Estas são também levadas para as árvores, evitando assim que um qualquer grupo de necrófagos lhas roube. Por este motivo, os leopardos não caçam, por norma, animais muito grandes, optando por presas de tamanho médio, que podem também arrastar durante longos períodos. Da sua ementa habitual fazem parte antílopes, javalis, símios e pequenas peças de gado que, por vezes, rouba nas zonas em que há rebanhos, principalmente cabras. Os leopardos, apesar de serem animais muito ágeis, evitam fazer longas corridas atrás das suas presas, preferindo fazer emboscadas onde sabem que, provavelmente, vão ser bem sucedidos.

Reprodução
Quando chega a época da reprodução, os machos e as fêmeas fazem longas caminhadas, até encontrarem um parceiro disponível. Logo que é consumado o acto, afastam-se um do outro, ficando a fêmea com o ónus de alimentar as crias, até que estas estejam em condições de caçar e sobreviver sozinhas. A gestação de uma fêmea de leopardo dura cerca de 100 dias, e as ninhadas são constituídas, em média, por quatro filhotes.

Perigos
Por causa da sua pele, cuja venda é extremamente rentável, os leopardos foram e continuam a ser caçados por caçadores furtivos. Este factor levou ao seu quase extermínio em algumas zonas. Devido aos seus hábitos furtivos e ao facto de gostarem de viver em zonas muito arborizadas, não é possível fazer uma estimativa credível sobre a quantidade de indivíduos que vagueia por todos os territórios onde existem leopardos.
No entanto, sabe-se que em cativeiro a reprodução de leopardos é fácil e regra geral os filhotes sobrevivem sem grande dificuldade, o que é um bom indicador do que acontecerá na Natureza.

O leopardo é, de entre todos os grandes felinos, aquele que mais se parece com o gato doméstico: ágil, dorminhoco, brincalhão e extremamente cuidadoso com o seu pêlo.

Tamanho, peso e esperança de vida
Um leopardo pode medir cerca de 1,50 m, ter 80 cm de altura e pesar até 90 kg. A sua esperança de vida é de 30 anos, maior que a dos outros grandes felinos, em geral.
Lince-ibérico

Lince
Lince
© Salvate la Lince
Foto original (595x630)
Wallpaper | Postal
Lince
Nome científico: Lynx pardinus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Classe: Mammalia
Subclasse: Eutheria
Ordem: Carnivora
Subordem: Feliformia
Família: Felidae
Género: Lynx
Espécie: L. pardinus

Outros nomes
Cerval, lobo-cerval, gato-cerval, gato-cravo ou gato-lince

Distribuição
Esta espécie só se encontra na Península Ibérica, Portugal e Espanha.
Em Portugal esta espécie está prestes a ficar extinta. E este problema parece não ter retrocesso, tal é o ponto em que se encontra a situação desta espécie.

A sua distribuição geográfica faz-se por pequenos grupos a viver no Algarve, Vale do Guadiana, Serra de São Mamede, Vale do Sado e Serra da Malcata.

Perigo iminente
O lince ibérico é o carnívoro mais ameaçado da Europa eo felídeo mais ameaçado do mundo, e tudo isto acontece em Portugal, sem que haja verdadeiramente um plano de acção, nem verbas que permitam inverter esta tendência.

Actualmente, está reduzido a uma população que se resume a cerca de 30/40 animais, no máximo, a viver em liberdade.

Causas
O homem foi o principal responsável por este desaparecimento, devido à caça que lhe deu durante o último século.

O desaparecimento do habitat natural destes animais também foi acontecendo, não tendo sido, ao longo dos anos, minimamente salvaguardado pelas autoridades responsáveis.

Por último, a doença hemorragica viral, que dizimou as grandes populações de coelhos bravos, que eram o principal alimento destes animais, acabou definitivamente por criar o vazio em que agora se encontra.

O facto de os poucos animais existentes estarem dispersos por um longo território, leva a que não haja reprodução, e que o fim destes felídeos esteja próximo em território português.

Com o desaparecimento anunciado do lince ibérico, o territírio nacional deixa de contar com a presença de grandes felinos.
Jaguar

Jaguar
Jaguar
Foto original (450x329)
Wallpaper | Postal
Jaguar
Nome científico: Panthera onca

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. onca

Outros Nomes
Onça-pintada ou jaguaretê

Distribuiçã
O jaguar é o maior felino do continente americano, vivendo num vasto território que cobre o Sul dos Estados Unidos, toda a América Central e quase toda a América do Sul. Este animal, também conhecido como onça, ou onça pintada, prefere viver em florestas tropicais, onde se sente camuflado e em segurança.

Hábitos
Como o leopardo, seu parente dos tempos em que a África e a América do Sul estava ligadas, o jaguar gosta de subir às árvores e aí devorar as suas presas. Apesar da sua enorme agilidade, faz emboscadas para capturar as suas presas terrestres, só atacando no último instante, mesmo sabendo que dificilmente iria perder a sua peça de caça. Em terra, gosta de capturar cervídeos e capivaras, conseguindo ainda dominar com muita facilidade um lama, ou mesmo uma cabeça de gado bovino.

Mas, não é só em terra firme que este poderoso felino caça, atacando muitas vezes, nas zonas de rio e pântano, jacarés e grandes cobras e, ao que parece, não se faz sentir rogado quando é necessário tomar um banho para capturar um peixe, de que tanto gosta, já que é um nadador exímio.

O facto de atacar cabeças de gado criou-lhe muitos inimigos entre os produtores de carne do Sul do Brasil e da Argentina, pelo que estes lhe movem grandes caçadas para tentarem evitar que o seu gado seja ferido, mutilado e muitas vezes abatido por estes predadores natos. Apesar de se ressentir com este facto, o jaguar já encontrou refúgio em algumas reservas para a protecção da fauna, e muitos continuam a viver em liberdade, pelo que a sua sobrevivência não estará posta em causa, durante mais algum tempo.

Solitários
Animal de hábitos solitários, o jaguar gosta de vaguear por longos espaços, procurando sempre um local onde a caça abunde, não se fixando muito a um território.

Reprodução
Na época do cio, estes animais percorrem longas distância para encontrar um parceiro. Os jaguares fazem gestações de 100 a 108 dias, nascendo normalmente dois ou três filhotes. Depois de nascerem, as crias são protegidas pela mãe, até que esta as considere capazes de caçar e sobreviver sozinhas, o que só acontece após o ano de idade.

Tamanho, peso e esperança de vida
Os jaguares podem medir 2,00 m, ter 80 cm de altura e pesar cerca de 90 kg e a sua esperança de vida ronda os 30 anos.


Ligre
Ligre
Foto original (1200x803)
Wallpaper | Postal
LigreLigre
Outros nomes
Liger

Criado intencionalmente
O ligre não existe na Natureza, é um animal criado pelo homem como resultado de cruzamentos intencionais entre leões e tigres. Estamos assim perante um híbrido, que, por esse motivo, é quase sempre estéril. Apesar de ainda não se saber muito sobre esta criatura, tudo indica que, dadas as suas características, se vai tornar o maior felino conhecido.

Neste cruzamento, ao que parece, o gene que determina o tamanho perde-se, crescendo então estes animais de forma inusitada, podendo atingir uma altura corporal de 1,30 m e um comprimento de 2,60 m e pesar mais de 400 kg!

Cruzamentos
Têm sido feitos cruzamentos de pai leão com mãe tigre, e também o inverso, pai tigre e mãe leoa. Ao que parece, os animais resultantes destes dois tipos de acasalamento têm características físicas bastante diferentes, principalmente no tamanho e na coloração do corpo. Podem nascer animais com a coloração típica dos tigres mas com juba de leão, ou um animal que dificilmente se identifica com o tigre ou com o leão, já que apresenta simultaneamente semelhanças com ambos.

Aberrações
Os poucos animais que não nascem estéreis são ainda cruzados entre si, dando origem a verdadeiras aberrações de felinos.

Como pouco se sabe sobre os resultados já conseguidos não vamos, porque não podemos nem queremos, exceder-nos em mais comentários, esperando haver mais informação nos próximos anos, para então conseguirmos fornecer melhores esclarecimentos.
Chita

Chita
Chita
© Terrambiente
Foto original (450x339)
Wallpaper | Postal
ChitasChitasChita
Nome científico: Acinonyx jubatus

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Subordem: Feliformia
Família: Felidae
Género: Acinonyx
Espécie: A. jubatus

Outros nomes:
Leopardo-caçador
Guepardo
Onça-africana

Distribuição
As chitas podem, neste momento, ser encontradas no Centro e Sul do continente africano. Este animal já foi presença frequente no Médio Oriente e em alguns territórios asiáticos, embora actualmente seja muito raro avistá-lo nestas paragens.

Solitária
Ao contrário de outros felinos africanos, a chita é um animal solitário, que só se faz acompanhar pelos filhos, se os tiver. Os irmãos também se mantêm juntos durante algum tempo após a mãe considerar que estão preparados para viverem sozinhos.

Velocidade
A chita é um animal extremamente veloz. Apresenta características morfológicas diferentes de outros felinos, nomeadamente, as suas unhas não são retracteis, e todo o seu corpo é músculo moldado para ser um velocista, não utilizando a força como maior trunfo.
O seu tamanho corporal limita o tamanho das presas que a chita consegue caçar, mas a sua velocidade permite que apanhe presas que também sejam muito ágeis.
Sendo o animal terrestre mais veloz, chega a atingir os 110 km por hora, e nunca pode fazer corridas superiores a 10 segundos. Por este motivo, a chita tem de caçar à primeira, pois se falhar vai ter de esperar até que a sua temperatura volte ao normal para poder voltar a perseguir uma presa. Assim, a chita escolhe uma vítima em campo aberto, e vai lentamente tentar uma aproximação, alheando-se de todos os outros animais, para aumentar a probabilidade de sucesso. Se chegar ao ponto de achar que vai ser bem sucedida, tentará então um ataque de surpresa.
As prezas favoritas das chitas são as gazelas e impalas, que consegue arrastar com facilidade e que permitem não sofrer muitos danos físicos, se eventualmente falhar.

Perigos
Dada a sua estatura e o facto de viver de forma solitária, a chita encontra muitos carnívoros, nomeadamente as hienas, que sistematicamente vão tentar levar a sua presa. Então, quando caça, leva a presa para uma zona mais protegida e de onde possa observar os movimentos em seu redor para mais facilmente poder defender-se.

Reprodução
As chitas têm ninhadas de dois ou três filhotes, e a gestação dura cerca de 90 dias. A mãe amamenta as crias em exclusivo até estas terem cerca de 60 dias, depois e até aos seis meses caça sozinha para eles e por volta dessa altura começa a ensiná-los a caçar. Até aos dois anos, caçam e vivem juntos, e quando a mãe acha que estão preparados para sobreviver sozinhos, desaparece para nunca mais voltar. As jovens crias permanecem ainda juntas durante alguns meses, mas progressivamente vão-se afastando e criando os seus próprios territórios de caça.

Tamanho, peso e esperança de vida
As chitas medem em média 1,30 de comprimento, 75 cm de altura e pesam cerca de 50 kg.
A sua esperança de vida é de 20 anos.

terça-feira, 25 de maio de 2010


Classificação:

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Canidae

Informações:

- A raposa é um mamífero carnívoro (alimentação baseada basicamente de carne de outros animais). Alimenta-se, principalmente, de pequenos roedores, coelhos, peixes, ovos, frutos e insetos.

- Os habitats das raposas são regiões de clima temperado. Podemos encontrar este animal na América do Norte, Eurásia, Austrália, norte da Europa e norte da África. Escolhem locais para viver em que podem encontrar alimentação em grande quantidade.

- A maioria das espécies possui focinho fino, orelhas pontudas, cauda peluda e olhos pequenos e triangulares.

- Uma raposa saudável vive, em média, 10 anos de idade.

- Guardam os alimentos em diversos esconderijos.

- As principais espécies são: raposa-das-estepes, raposa-vermelha (mais conhecida), raposa-do-ártico, raposa-cinzenta, raposa-orelhuda, raposa-do-campo e raposa-das-ilhas.

- Possuem pêlos densos e macios, que cobrem todo o corpo.

- Possuem hábitos de vida crepusculares e noturnos (quando saem para caçar e reproduzir).

- Assim como os cães, desenvolveram um faro bastante apurado.

- Entre dezembro e março é o período de reprodução das raposas. A gestação dura entre 51 e 53 dias. Cada fêmea dá a luz de 2 a 5 filhotes por gestação. O macho e a fêmea cuidam dos filhotes.

- Uma raposa adulta costuma pesar de 6 a 10 quilos (macho). As fêmeas pesam um pouco menos (de 4 a 8 quilos).

domingo, 18 de abril de 2010

esquilo - vermelho


O esquilo-vermelho ou esquilo-vermelho-eurasiático (Sciurus vulgaris) é uma espécie de esquilo pertencente ao género Sciurus. É um roedor omnívoro que habita árvores, sendo muito comum por toda a Eurásia.

Em Portugal, o esquilo-vermelho desapareceu no século XVI, mas nos anos 1990 populações vindos da Espanha voltaram a colonizar o norte do país.[1] Na Grã-Bretanha e Irlanda os seus números têm decrescido, em parte devido à introdução do esquilo-cinzento americano (Sciurus carolinensis)[2] e também devido à baixa manutenção do seu habitat. O esquilo-cinzento foi também introduzido no norte da Itália, e há o risco de que também nessa região ocorra a competição com a espécie nativa européia.


Reprodução e mortalidade

O acasalamento pode ocorrer no final do Inverno, durante Fevereiro e Março, e no Verão, entre Junho e Julho. Uma fêmea pode originar uma a duas ninhadas por ano; cada ninhada tem normalmente três ou quatro crias mas pode ter até seis. A gestação dura 38 a 39 dias. A mãe toma sozinha conta das crias, que nascem indefesas, cegas e surdas e pesando entre 10 e 15 g. O seu corpo encontra-se coberto de pêlo após 21 dias, os olhos e ouvidos abrem após três ou quatro semanas e desenvolvem todos os seus dentes até aos 42 dias. Os jovens esquilos conseguem comer alimentos sólidos após 40 dias, podendo após este tempo abandonar o ninho e encontrar comida por meios próprios; são no entanto amamentados até às oito a dez semanas.

Um esquilo-vermelho com duas semanas de idade.

Durante o acasalamento, os machos detectam as fêmeas que se encontram no estro através de um odor que elas produzem; embora não exista corte, o macho corre atrás da fêmea até cerca de uma hora antes de acasalar. É usual diversos machos correrem atrás da mesma fêmea até o macho dominante (normalmente o de maior envergadura) conseguir acasalar. Machos e fêmeas acasalam múltiplas vezes com diversos parceiros. As fêmeas têm de possuir uma massa corporal mínima até atingir o estro e as fêmeas mais pesadas produzem em média mais filhotes. Uma fêmea produz a sua primeira ninhada tipicamente durante o seu segundo ano de vida. A reprodução pode ser mais lenta se a comida for escassa.

Um esquilo-vermelho vive cerca de três anos, embora alguns espécimens vivam até aos sete ou dez anos se em cativeiro. A sobrevivência tem uma correlação positiva com a disponibilidade de sementes durante o Outono e Inverno; em média, 75% a 85% dos jovens esquilos desaparece durante o primeiro Inverno e a mortalidade desce para 50% nos Invernos seguintes.[3]

quarta-feira, 7 de abril de 2010

o Gamba




Gambá (de guámbá, o ventre aberto, a barriga oca por causa da bolsa onde cria os filhos[carece de fontes?]) é o nome popular de um animal típico das Américas. É um dos maiores marsupiais da família dos didelfídeos, pertencentes ao gênero Didelphis, que habitam do sul do Canadá à Argentina e são onívoros. Na natureza têm como principal predador o gato-do-mato (Leopardus spp.), enquanto nas cidades são freqüentemente atropelados por terem a visão ofuscada pelos faróis e por terem pouca mobilidade – exceto nas árvores. São ainda confundidos por vezes com o cangambá (Mephitis mephitis), que embora se assemelhe, não é um marsupial, mas sim um mustelídeo.
Características

Os gambás são animais com 40 a 50 centímetros de comprimento, sem contar com a cauda que chega a medir 40 cm, com um corpo parecido com o rato, incluindo a cabeça alongada, mas com uma dentição poliprotodonte (fórmula dental: 5/4, 1/1, 3/3, 4/4 = 50). A cauda tem pêlos apenas na região proximal, é escamosa na extremidade e é preênsil, ou seja, tem a capacidade de enrolar-se a um suporte, como um ramo de árvore. As patas são curtas e têm 5 dedos em cada mão, com garras; o hálux (primeiro dedo das patas traseiras) é parcialmente oponível e, em vez de garra, possui uma unha,têm marsúpio e,ao contrario da maioria dos marsupiais,sua cauda é menor que seu corpo
[editar] Reprodução
Gambá fêmea, com a bolsa marsupial cheia de filhotes

Os gambás podem reproduzir-se três vezes durante o ano, dando 10 a 20 filhotes em cada gestação, que dura 12 a 14 dias. Como nos restantes marsupiais, ao invés de nascerem filhotes, nascem embriões com cerca de um centímetro de comprimento, que se dirigem para o marsúpio, onde ocorre uma soldadura temporária da boca do embrião com a extremidade do mamilo. Os filhotes permanecem no marsúpio até 4 meses e, quando crescem mas não são ainda capazes de viver sozinhos, são transportados pela mãe em seu dorso. Em cativeiro, o período de vida é de 2 a 4 anos.
[editar] Comportamento

Os gambás não vivem em grupos, mas na época da reprodução eles formam casais e constroem ninhos com folhas e galhos secos em buracos de árvores.

Seus hábitos são noturnos, por isso, quando começa escurecer, o gambá sai de seu abrigo para caçar e coletar alimentos. Sendo um animal onívoro, se alimenta praticamente de tudo, como: raízes, frutas, vermes, insetos, moluscos, crustáceos (caranguejos encontrados em zonas de manguezais), anfíbios, serpentes, lagartos e aves (ovos, filhotes e adultos).

Embora possuam uma grande diversidade de presas, os gambás são animais de movimentos lentos e de pouca agilidade, exceto para trepar em árvores, utilizando a cauda preênsil.
[editar] Distribuição Geográfica
Searchtool.svg

Gambá da América do Norte, com pelagem de inverno

Os gambás podem ser encontrados em várias regiões das Américas, desde o Canadá até a Argentina. No território brasileiro pode-se encontrar quatro espécies:

* Didelphis aurita - Gambá-de-orelha-preta: em todo o Estado de São Paulo, principalmente nas regiões de Mata Atlântica deste e dos estados próximos; ocorre também no norte do Rio Grande do Sul e Amazônia;
* Didelphis albiventris - Gambá-de-orelha-branca: Brasil Central, especialmente no Estado de São Paulo e no Rio Grande do Sul; também endêmico no Nordeste, especialmente Pernambuco, onde é denominado timbu;
* Didelphis marsupialis – Gambá-comum: Desde o Canadá ao norte da Argentina e Paraguai; no Brasil, principalmente na região amazônica
* Didelphis paraguaiensis - Rio Grande do Sul e Mato Grosso, podendo também ser encontrado no Paraguai.
* Didelphis virginiana - Gambá-da-Virgínia: desde o Canadá ao norte da Argentina.

Variedade de Nomes

O gambá também chamado mucura (Amazônia e Brasil meridional), sarigué, sariguê, saruê ou sarigueia (Bahia), timbú ou cassaco (Pernambuco ao Ceará), micurê (Paraguai e Mato Grosso) ou opossum (Estados Unidos da América).

O nome gambá tem origem na língua tupi-guarani, onde "gã'bá" ou "guaambá" significa uma mama oca, uma referência ao marsúpio, a bolsa ventral onde se encontram as mamas e onde os filhotes vivem durante parte de seu desenvolvimento.
[editar] Espécies

* Didelphis albiventris Lund, 1840 - Gambá-de-orelha-branca
* Didelphis aurita Wied-Neuwied, 1826 - Gambá-de-orelha-preta
* Didelphis imperfecta Mondolfi e Pérez-Hernández, 1984
* Didelphis marsupialis Linnaeus, 1758 - Gambá-comum
* Didelphis pernigra J.A. Allen, 1900
* Didelphis virginiana Kerr, 1792 - Gambá-da-virgínia
* †Didelphis solimoensis

o leão



Para outros significados de Leão, ver Leão (desambiguação).

Como ler uma caixa taxonómicaLeão
Macho
Fêmea (Leoa)
Estado de conservação
Status iucn3.1 VU pt.svg
Vulnerável
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Género: Panthera
Espécie: P. leo
Nome binomial
Panthera leo
Lineu, 1758
Distribuição geográfica
Distribuição de Leões na África
Distribuição de Leões na Índia
Sub-espécies


O leão (do latim leone)[1][2] (Panthera leo) é um dos quatro grandes felinos no gênero Panthera, e um membro da família Felidae. Com alguns machos excedendo 250 kg em peso, ele é o segundo maior felino vivente depois do tigre. Leões selvagens existem atualmente na África Subsaariana, e na Ásia com uma população reminescente em perigo crítico, na Floresta de Gir na índia, tendo desaparecido da África do Norte e do Sudoeste Asiático em tempos históricos. Até o Pleistoceno tardio, o qual foi há cerca de 10 000 anos, o leão era o mais difundido grande mamífero terrestre depois dos humanos. Eles era encontrados na maior parte da África, muito da Eurásia, da Europa Ocidental à índia, e na América do Yukon ao Peru.

Leões vivem por volta de 10-14 anos na natureza, enquanto em cativeiro eles podem viver mais de vinte anos. Na natureza, machos raras vezes vivem mais do que dez anos, visto que ferimentos sofridos em combate contínuo com machos rivais reduz sua longevidade. Originalmente encontrado na Europa, Ásia e África. Tais felinos possuem coloração variável, entre o amarelo-claro e o marrom-escuro, com as partes inferiores do corpo mais claras, ponta da cauda com um tufo de pêlos negros (que encobrem um esporão córneo, para espantar moscas) e machos com uma longa juba. Há ainda uma raridade genética de leões brancos, que, apesar de sua linda aparência, apresentam dificuldades de sobrevivência por se destacarem nas savanas ou selvas, logo, tendo imensas dificuldades de caça. São exclusivos da reserva de Timbavati.

Os leões estão muito concentrados atualmente nas savanas reservadas, onde caçam principalmente grandes mamíferos, como antílopes, zebras,javalis; um grupo abate um búfalo-africano entretanto, se o bando estiver faminto pode abater um elefante jovem, na maioria das vezes, e que esteja só. Também é freqüente o confronto com hienas, estando estas em bandos ou não, por disputa de território e carcaças.

O leão é apelidado de o "rei da selva " por se encontrar no topo da cadeia alimentar africana. Não obstante, são os felinos mais sociáveis do mundo: um grupo pode possuir até quarenta indivíduos, composto na maioria por fêmeas.

baleia - orca


Reino: Animmalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Cetacea
Subordem: Odontoceti
Família: Delphinidae
Gênero: Orcinus
Espécie: Orcinus orca
Tamanho: comprimento do corpo 6,5 a 8,0 m Peso: 2,5 a 7 ton.
Coloração: dorso e flancos pretos; ventre branco, estendendo-se na
forma de lobos sobre o flanco; mancha branca oval acima e atrás dos
olhos; sela cinza indistinta sobre o dorso, atrás da nadadeira dorsal.
Distribuição: todos os oceanos e mares, dos trópicos aos pólos
Tam. do grupo: pequenos a grandes grupos
Dieta: peixes, lulas, focas, golfinhos e toninhas; pinguins, tartarugas-marinhas, e grandes baleias
Reprodução: não-sazonal; somente um filhote por vez
Longevidade: machos chegam a 50 anos, fêmeas chegam a 80 anos
Situação atual: não ameaçada



Comportamento

A orca pode ser encontrada em todo o planeta, apesar de sua distribuição desigual. Vista com mais
frequência em águas mais frias (em particular em regiões polares) do que em águas subtropicais ou
tropicais. Prefere águas mais profundas e costuma navegar próximo à costa, na rebentação, até o
perímetro de aproximadamente 800 km da costa. Não faz longas migrações como as baleias-azuis,
por exemplo, e são habituadas a navegar entre blocos de gelo flutuantes nas águas gélidas, onde
procuram presas.

Estudos realizados no litoral noroeste dos EUA e Canadá mostram que existem
dois tipos diferentes de orcas, as transeuntes e as residentes, com diferenças físicas e comportamentais.


As transeuntes formam bandos pequenos (1 a 7 orcas por grupo), percorrem uma área maior, alimentam-
se de outros mamíferos emitem sons com menor frequência e quando nadam, mudam abruptamente de
direção, costumam permanecer sob a superfície da água entre 5 a 15 minutos, subindo nos intervalos
para respirar. Possuem barbatanas dorsais mais pontiagudas do que as residentes.

As residentes formam bandos maiores, geralmente tendo de 5 a 25 orcas no grupo, percorrem uma área
menor, alimentando-se de peixes. Emitem sons mais longos, têm rotas de navegação previsíveis e
raramente passam mais de cinco minutos embaixo da água.

Diferente dos golfinhos, as orcas não costumam acompanhar os navios, mas são frequentemente vistas
dando saltos, batidas de cauda e peito na superfície da água e se esfregando no leito marinho, próximo
às praias. Talvez esse costume seja para "coçar" o corpo e retirar camadas mortas de pele. Outras
características comportamentais incluem nadar velozmente, no momento em que as orcas sobem à
superfície para respirar, a "imobilidade", o bando sobe à superfície sincronizando o movimento e
ocasionalmente a "batida de nadadeira dorsal", quando a orca movimenta uma das nadadeiras peitorais,
fazendo o corpo girar e bater a nadadeira dorsal na superfície da água. Podem viajar numa velocidade de
até 55 km/h. O sopro - um jato de água que é atirado pelo orifício nasal do animal -, quando baixo e
denso, é muitas vezes visível no ar frio.

Alimentação

A orca é um predador versátil, alimenta-se de uma diversidade enorme de animais, desde lulas, peixes e
aves, até focas, golfinhos e tartarugas-marinhas. Em bando, são capazes de abater baleias de grande
porte, como a azul. Várias espécies de baleias e golfinhos costumam conviver junto às orcas,
aparentemente sem receio, e parecem saberem instintivamente que não há perigo de serem atacados.

A orca é um dos raros cetáceos que nadam até a praia com o objetivo de alimentar-se. Arrastam-se pelo
leito, afim de apanhar filhotes de leões-marinhos e outros mamíferos de porte equivalente a este. Depois
utilizam as nadadeiras peitorais para se virar e com alguns impulsos de corpo, atingem o mar aberto
novamente, com a presa entre os dentes. Alguns filhotes, ao aprenderem com suas mães esta técnica,
acabam encalhando na praia.

segunda-feira, 29 de março de 2010

quarta-feira, 24 de março de 2010

a matança de focas no canada

Foi aberta no final de março a temporada anual de caça às focas no Golfo de St. Lawrence, Canadá. O governo autorizou a matança de 320 mil focas, sendo a maioria filhotes, até o dia 15 de maio, quando se encerra a temporada. No entanto, grande parte é morta durante uma operação que dura cerca de 36 horas seguidas e envolve centenas de caçadores oportunistas, que vêem nessa atividade temporária uma excelente chance de ganhar dinheiro exclusivamente com a venda das peles desses animais.

Toda primavera, milhões de focas vêm para os bancos de gelo flutuantes na costa de Newfoundland, província do Canadá. Elas se reproduzem e têm seus filhotes nessas águas aparentemente tranqüilas. Infelizmente, para muitas focas, são águas violentas. A caça às focas é uma atividade que vem sendo praticada na costa de Newfoundland desde 1700. Os caçadores, que fazem dessa atividade sua fonte de sustento há gerações, aproveitam a carne, a pele e outras partes do animal. Infelizmente, algumas partes são vendidas secas para o mercado asiático que as utiliza, como de costume, para produzir seus pseudo-remédios afrodisíacos.

Esse é o segundo ano que o governo canadense permite a matança de tamanha cota (ano passado foram 300 mil). Os filhotes são muito visados e valorizados devido à sua pelagem branca, conservada até duas ou três semanas de idade. Os Estados Unidos e quase toda a Europa já proibiram a importação da pele de foca, mas esse negócio continua sendo muito rentável. A campanha Internacional pela Focas (ICS, na sigla em inglês) denuncia que Ottawa quer levantar a proibição de 15 anos de matança de filhotes de foca e estabelecer “zonas de exclusão de focas”, quando haveria então grandes áreas nos oceanos onde qualquer foca poderá ser exterminada. Outros grupos de defesa dos animais dizem que o governo está usando as focas como “bodes expiatórios” para encobrir sua má administração dos estoques pesqueiros.

A verdade é que em função de um desequilíbrio ambiental provocado pelo próprio homem __ a drástica redução da população de ursos polares __, a população de focas aumentou demasiadamente. Em conseqüência direta, o bacalhau do Atlântico Norte vem sendo consumido nos últimos anos pelas focas em números insustentáveis. Seriamente comprometida, a industria pesqueira do bacalhau vem pressionando o governo canadense a permitir a matança das focas no sentido de tentar equilibrar a cadeia alimentar da região, pois os estoques naturais desses peixes estão desaparecendo. As autoridades canadenses alegam que a iniciativa é justificável do ponto de vista ecológico e financeiro. Sob esse ponto de vista, a caça protegeria os estoques naturais de peixes e conservaria os empregos na Província de Newfoundland.

É mais um flagrante desrespeito às leis que regem o planeta. A natureza, quando seriamente atingida, sempre tende a voltar ao equilíbrio de suas forças. A redução dos ursos polares nos últimos anos, proporcionou na mesma intensidade, o aumento na população de focas. Como elas se alimentam de peixes, o bacalhau e outras espécies vêm sofrendo as conseqüências em seus estoques. Porém, a tentativa de corrigir esse problema eliminando do ambiente 300 mil indivíduos em tão pouco tempo, certamente provocará outro desequilíbrio, talvez ainda maior e com conseqüências imprevisíveis.

Independente dessa questão moral-econômica-ecológica, as imagens sangrentas dos caçadores matando bebes-focas, que correm o mundo, depõem contra qualquer argumento plausível a favor da matança das focas, um evento onde a crueldade é absolutamente desnecessária. Os animais são mortos a pauladas e muitos são escorchados ainda vivos. Assemelha-se bastante à matança dos tubarões para obtenção das barbatanas (finning). Gananciosamente, mata-se o animal para obter uma parte valiosa e muito rentável de seu corpo, descartando-se todo o resto.




Ameaçado

Nome vulgar: TAMANDUÁ-BANDEIRA
Classe: Mammalia
Ordem: Xenarthra
Família: Myrmecophagidae
Nome científico: Myrmecophaga tridactyla
Nome inglês: Giant anteater
Distribuição: Nos campos e cerrados da América Central e do Sul.
Habitat: Florestas, savanas e cerrados das Américas do Sul e Central.
Hábitos: Vive no chão, mas sobe bem nas árvores e é capaz de nadar. Come 30 mil insetos por dia.
Longevidade: 25 anos
Tamanho: até 120 cm, mais 90 cm para a cauda.
Época reprodutiva: Primavera
Gestação: Incubação: 190 dias
Nº de filhotes: um de cada vez
Alimentação na natureza: Formigas, cupins e larvas.
Alimentação em cativeiro: Nos zoológicos não existem tantos insetos e o tamanduá não come o que não gosta. Quase todas as espécies criadas em zoológicos morrem antes de ter filhotes.
Causas da extinção: Destruição do meio ambiente (queimadas e caçadores).

O tamanduá-bandeira passeia calma e tranqüilamente com seu longo focinho cônico voltado para o chão. Ele está procurando alimento. Seu olfato bem desenvolvido vai levá-lo fielmente ao alvo. Uma vez encontrado o formigueiro, o tamanduá cava a terra com suas fortes garras e mete o focinho no buraco. Sua língua pegajosa, de mais de meio metro de comprimento, explora as galerias do formigueiro. depois de pegar um número grande de formigas, o tamanduá recolhe a língua.

O tamanduá não possui dentes. O estranho desdentado caça de dia nos campos cerrados e nas florestas da América Central e do Sul, desde a Guatemala até a Argentina. Quando vive próximo das cidades, ele sai principalmente à noite. É cauteloso, pacífico e solitário. defende-se com as fortes garras das patas dianteiras. Seu principal alimento são as formigas, os cupins e larvas. Come também vermes e pequenas centopéias. Na primavera, a fêmea dá à luz um filhote que carrega nas costas até cerca de um ano de idade.

animais em extição

Arara-azul, Mono-carvoeiro, Ariranha, Mico-leão Onça-pintada, Cervo-do-pantanal
Tamanduá-bandeira, Cuxiú, Tatú-canastra, Jaguatirica, Uacari-vermelho, Lobo-guará, Veado-campeiro

terça-feira, 23 de março de 2010

seres - vivos em extinção

Mamíferos

Cachorro-vinagre
Cervo-do-pantanal
Elefante-indiano
Elefante-da-floresta
Elefante-da-savana
Baleia-azul
Chimpanzé
Gato do mato
Gato palheiro
Gorila-do-ocidente
Gorila-do-oriente
Jaguatirica
Leopardo
Lobo-vermelho
Morcego-cinza
Onça-parda
Onça-pintada
Orangotango
Panda-gigante
Peixe-boi
Tigre
Urso-polar
Veado

Aves

Abutre das montanhas
Arara-azul-de-lear
Arara-azul-grande
Arara-azul-pequena
Ararinha-azul
Araracanga ou Arara-piranga
Arara-de-barriga-amarela
Arara-vermelha
Bacurau-de-rabo-branco
Bicudo-verdadeiro
Cardeal-da-amazônia
Cegonha preta
Galo da serra
Gaivota de rabo preto
Gavião real
Grifo
Maracanã
Pato mergulhão
Papagaio Pica-pau de coleira
Pintor Verdadeiro
Rolinha
Tucano-de-bico-preto

Répteis

Cágado de Hoge
Camaleãozinho
Cobra lisa européia
Cobra de vidro
Tartaruga de couro
Tartaruga-marinha
Tartaruga meio-pente
Tartaruga oliva
Tartaruga-de-couro
Dragão-de-komodo
Jararaca de alcatrazes
Jacaré-de-papo-amarelo
Lagartixa da areia
Lagartixa da montanha
Víbora cornuda

Plantas

Andiroba
Cedro
Jacarandá
Mógno
Pau-brasil
Pau-de-cabinda
Pau-Rosa

sábado, 6 de março de 2010

o lobo europeu



Ancestral do cachorro doméstico, o lobo-europeu (Canis lupus) é o maior membro da família Canidae. Está distribuído geograficamente na América do Norte, Eurásia e Groenlândia. Possui uma grande e complexa organização social em matilhas de 8 a 12 animais, cuja hierarquia é claramente definida, que gira em torno do casal dominante.

A matilha patrulha grandes territórios que são marcados com urina. Anunciam sua presença por uivos, que podem ser ouvidos a 10 km de distância e que também servem como aviso para matilhas rivais, evitando o confronto. O sentido da audição e o olfato são bem apurados, além de possuírem o tronco forte e desenvolvido para a caça. O pêlo geralmente é cinza e grosso, mas pode variar de coloração do branco, vermelho, marrom e até negro (mais raro).

Seu peso pode chegar até 80 kg para macho e 55 kg para fêmea, suas medidas chegam à 160 cm de cabeça e corpo e cauda até 56 cm. São encontrados em todos os habitats do Hemisfério Norte, exceto em florestas tropicais e desertos áridos. São diurnos, mas podem se tornar noturnos no inverno. O período de gestação é de 63 dias com o nascimento de 06 filhotes, em média, que podem pesar até 450 g.

Os filhotes são criados em ocos de árvores, tocas ou outros abrigos, onde são alimentados por regurgitação. A mãe fica ao lado da cria por um tempo enquanto o macho e o resto da matilha saem para caçar. Com 08 ou 10 meses estão prontos para viajar com a matilha. Adquirem maturidade sexual com 22 meses e podem viver até 13 anos de idade.

Atualmente, o lobo-europeu é considerado espécie vulnerável, tem sido perseguido e exterminado por caçadores e por cães treinados e até envenenados.

Com a expansão humana e destruição de seu habitat, as matilhas são forçadas a invadir áreas agrícolas para caçar e então são cruelmente mortos. Os lobos são protegidos por leis federais em alguns países, mas ainda podem ser caçados por esporte em outros. Diversas iniciativas de reprodução em cativeiro visam a preservação do patrimônio genético da espécie.

mico - leão - dourado




Já em 1558, um frei português chamado Thevet, em visita ao Brasil, falou de um pequeno animal de pêlo dourado, por ele chamado de “Saguin”, que era muito bravo mas de espetacular beleza, e era usado como animal de estimação pelos índios. Já nesta época, a “juba” lhes deu o apelido de mico-leão.

Quando se percebeu o risco de desaparecimento da espécie, começaram os estudos para saber quantos ainda existiam. Na época, considerava-se que uma outra espécie, o mico-leão preto, já fora extinta pela destruição das florestas. Descobriu-se que pouco mais de 200 ainda existiam!

A maior parte dos estudos realizados até hoje dedicou-se aos micos-leões dourados, que foram justamente aqueles pelos quais se iniciou o programa internacional de proteção à espécie, envolvendo zoológicos de todo o mundo, criação de reservas florestais e mudanças na legislação, para impedir o tráfico e caça destes micos. Foram tantos estudos que seu comportamento e sua ecologia são usados como parâmetro para as demais espécies de mico-leão.

Embora o tráfico destes animais para outras regiões do mundo seja muito antigo, une-se à destruição da Mata atlântica como os maiores riscos à sobrevivência da espécie. Outros fatores, como animais competidores vindos de outras regiões, doenças e novos predadores também ameaçam os micos-leões.

Hoje, estima-se que cerca de 1200 indivíduos vivam em liberdade, nas matas baixas do Rio de Janeiro, número muito pequeno para a segurança da espécie. Cerca de um terço deste número resulta dos programas de re-introdução da espécie em habitats primitivos por populações de cativeiro. O mico-leão dourado foi adotado como símbolo da proteção à fauna brasileira, e os esforços para sua proteção e recuperação devem ser usados como modelos para muitas outras espécies.

os suricatas



Os suricatas (Suricata suricatta) são mamíferos pertencentes à família Herpestidae, que é representada por diversas espécies de carnívoros de pequeno e médio porte e habitam regiões quentes da Europa, África e Ásia. De modo geral, possuem a cabeça alongada, focinho pontiagudo, patas curtas e cauda comprida. Eles se alimentam principalmente de pequenos vertebrados (ratos, pássaros, lagartos e cobras), mas também podem se alimentar de insetos, aranhas e escorpiões.

Estes pequenos animais são extremamente curiosos e estão entre os mamíferos mais sociáveis, vivendo em grupos formados por duas à três famílias. Estes grupos são constituídos de aproximadamente 25 membros de ambos os sexos e todas as idades. A gestação dura em torno de 77 dias, nascendo de 2 à 5 filhotes.

Os filhotes abrem os olhos depois de 10 dias de vida, desmamam após 07 semanas e atingem a maturidade sexual com um ano de idade. Essa espécie habita áreas abertas do sul da África e possuem hábitos diurnos, gastando a maior parte do tempo em busca de alimento e na construção de abrigos, utilizando-se das patas dianteiras para cavar. Um fato curioso é que enquanto o grupo está em atividade ou em repouso, há sempre 01 ou 02 indivíduos de vigia, apoiados em suas patas traseiras e base da cauda, geralmente no local mais alto que encontram.

Observam tudo que ocorre à sua volta, como por exemplo, a aproximação de algum outro animal perigoso ao grupo. Além disso, caso algum indivíduo adoeça, todos os outros permanecem próximos a ele, em um ato solidário. O suricata é bem conhecido pelas crianças por ter sido o personagem “Timão” que fez dupla com o javali “Pumba” em uma das mais famosas produções da Disney: “O Rei Leão”.